O Prémio Jornalístico VERDADE ANIMAL é uma iniciativa que pretende destacar e premiar reportagens jornalísticas publicadas em Portugal que promovam o bem-estar e direitos animais. O prémio totaliza 5.000€.
2.000€ – Grande Prémio “Verdade Animal” (melhor trabalho entre todos os formatos).
1.000€ – Melhor trabalho em Televisão.
1.000€ – Melhor trabalho em Imprensa (escrita ou digital).
500€ – Melhor trabalho em Rádio ou Podcast.
500€ – Jovem Jornalista.
Valorizamos trabalhos que informem, sensibilizem e provoquem reflexão sobre a forma como os animais são tratados e protegidos na nossa sociedade.
Os trabalhos submetidos à
consideração do Prémio VERDADE
ANIMAL devem abranger pelo menos
um ou mais do seguintes temas ou
aspectos:
Exploração Agropecuária e Pesca: O sofrimento animal na pecuária (intensiva ou extensiva) e na pesca é frequentemente normalizado e invisível, resultando em graves impactos éticos, ambientais e sociais que abrangem todo o ciclo de vida, transporte e abate.
Entretenimento e Turismo Especista: O uso de animais em espetáculos públicos (circos, touradas) e em atividades turísticas (safaris, selfies, montadas) prioriza o lazer humano em detrimento do bem-estar animal, perpetuando o cativeiro e a exploração de fauna selvagem.
Impacto Antropogénico na Vida Selvagem: A biodiversidade enfrenta ameaças críticas devido a ações humanas diretas e indiretas, incluindo a caça, o tráfico ilegal, a urbanização e as alterações climáticas, que geram conflitos constantes entre humanos e vida selvagem.
Negligência e Exploração de Animais de Companhia: A dignidade dos animais domésticos é comprometida tanto pela mercantilização e reprodução indiscriminada (venda online e puppy mills) como por práticas de maus-tratos individuais, como o acorrentamento permanente.
Apesar da sua imensa relevância ética destes temas, o prémio Verdade Animal de momento não está a aceitar submissões de trabalhos relacionados diretamente com os seguintes temas:
12 de janeiro de 2026
a 30 de abril de 2026
1 de maio de 2026
a 30 de julho de 2026
Setembro de 2026
(local e data ainda por definir)
Os interessados deverão preencher o formulário de
candidatura e anexar a reportagem em formato digital.
Todas as candidaturas serão analisadas por um júri composto por
especialistas nas áreas do bem-estar animal e da comunicação.
A avaliação terá em conta critérios como a relevância do tema, o impacto
social, o rigor jornalístico e a qualidade do conteúdo apresentado.
Marisa Quaresma dos Reis é Licenciada em Direito pela Universidade Nova de Lisboa, Mestre em Direito Internacional e Doutoranda em Direito Público pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.
Foi nomeada Provedora Municipal dos Animais de Lisboa no mandato de 2017 a 2021. É docente de Direito no Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa, desde 2016.
É também Investigadora Colaboradora no Lisbon Public Law da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e foi Co-coordenadora da Pós-Graduação em Direito Animal do Centro de Investigação de Direito Privado da mesma Faculdade.
É coordenadora pedagógica e docente do curso intensivo de Direito Animal do instituto CRIAP. Membro da Comissão Científica da FEDRA e Nacional Expert por Portugal da research network europeia AJA (Access to Justice for Animais).
É autora de vários artigos científicos na área do Direito Animal, Ambiental, Constitucional e Justiça Intergeracional e participa regularmente em palestras, conferências e reportagens sobre Direito Animal e Justiça Intergeracional.
Artista visual, ativista pelo ambiente e pelos direitos dos animais.
Encara a utopia não como algo inatingível mas como um princípio ativo de esperança, numa antecipação em pensamento e prática de uma visão alternativa da sociedade rejeitando o velho culto TINA (There is No Alternative).
Licenciada em Psicologia, na área da Consulta de Jovens e Adultos, pós graduação em formação de adultos.
Atualmente com funções de coordenação técnica na área da juventude da AMP.
Responsável pela coordenação pedagógica de projetos na área da educação para a empatia e conexão com a natureza. Exerci funções de assessoria do PAN na Assembleia da República, integrei funções enquanto conselheiro do Conselho Nacional de Educação e estive envolvida em vários movimentos de voluntariado na causa animal e social.
No ultimo mandato autárquico, fui deputada pelo PAN na Assembleia de Freguesia da Cidade da Maia. Missão: contribuir para uma realidade mais usta e eticamente responsável com todos os seres.
Daniela Santiago é jornalista na RTP desde 1996.
É Editora de Ambiente e Ação Climática da RTP.
De 2015 a 2021 foi correspondente da televisão
pública e da Antena 1 em Espanha.
Mestre em Comunicação, Cultura e Tecnologias de Informação pelo ISCTE, onde foi doutoranda em Sociologia, obteve o título de Especialista em Jornalismo no Instituto Politécnico de Lisboa. É docente da Licenciatura e do Mestrado em Jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social, desde 2008.
Como jornalista fez a cobertura de acontecimentos mundiais marcantes em diferentes pontos do globo. Academicamente dedica-se ao estudo dos efeitos da projeção mediática em situações de tragédia.
Entre várias distinções, foi galardoada com o Prémio de Mejor Corresponsal Extranjera en España (Premios Internacionales de Periodismo 2021) pelo Club Internacional de Prensa de España e pela Asociación de Corresponsales de Prensa Extranjera; com o 1º Prémio de Jornalismo Direitos Humanos e Integração 2008, atribuído pelo Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural e pela Comissão Nacional da UNESCO; com o 1º Prémio Centro PINUS Jornalismo Florestal, categoria “cobertura diária”, 2025.
É autora de cinco livros: “A Tempestade Perfeita – Como a Extrema-Direita regressou à Península Ibérica”; “O Reconforto da Televisão – uma visão diferente sobre a tragédia de Entre-os-Rios”; “Inferno no Paraíso – 15 dias no Sri Lanka depois do Tsunami” e duas obras infantis). É ainda coautora de dez livros, a maioria académicos.
Locutora e jornalista, é uma apaixonada pela comunicação e pela escrita desde que se conhece. Com 20 anos de rádio como locutora e produtora, colaborou na imprensa escrita com a Notícias Magazine, Diário de Notícias e Observador, em áreas tão diferentes como saúde, sociedade, ciência, cultura e lifestyle. Segue à risca o que a famosa Jane Goodall lhe transmitiu numa entrevista.: “Cada pequeno gesto conta”, e foi esse o mote para criar o podcast M80 Zona Verde, no ar durante quatro anos, onde todas as semanas deu a conhecer ideias para uma vida mais sustentável e consciente. Fora dos microfones, é voluntária na área do bem-estar animal, onde visita escolas dos mais variados contextos e comunidades. Trabalha com várias organizações internacionais como o Roots and Shoots e Plant Based Treaty e foi a primeira jornalista portuguesa a integrar a African Conservation Experience, num projeto de voluntariado selvagem no Botswana, em 2010. A reportagem foi depois publicada no Courier International como uma das tendências do novo milénio. Elege a natureza, os animais, o yoga e a leitura como os indispensáveis da vida e só quer ter tempo para ver o seu filho crescer com noção da diferença que pode fazer no mundo.c
Médica Veterinária formada pela Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Técnica de Lisboa.
Nos seus mais de 30 anos de experiência trabalhou maioritariamente na área do bem-estar-animal, nas suas vertentes clinica, de formação, de investigação e de gestão.
Rui Pedro Fonseca, investigador integrado no CIES-Iscte. Tem realizado investigação em torno das relações humano-animais, em particular em relação às atitudes humanas em relação à carne e aos animais explorados para fins alimentares.
Tem também realizado investigação em torno de políticas educativas no âmbito da sustentabilidade alimentar.
Esta iniciativa é desenhada pela ONG Frente Animal, com o apoio das ONGs parceiras: