PRÉMIO
JORNALÍSTICO ESTUDANTE

2026/2027

Dás voz aos animais?

Este prémio é para ti.

Um prémio de jornalismo aberto a estudantes do ensino superior de qualquer curso, em Portugal.

Sobre o Prémio

O Verdade Animal | Universitários distingue trabalhos de valor jornalístico feitos por estudantes do ensino superior que informem, sensibilizem e façam pensar sobre a forma como tratamos e protegemos os animais.

Não precisas de estar em Comunicação ou Jornalismo. Se estudas Biologia, Direito, Design, Veterinária, Cinema, Engenharia ou qualquer outra área e tens uma boa reportagem para contar, podes concorrer. O que conta é a qualidade do trabalho e a vontade de dar visibilidade a estes temas.

Prémios

Proposta de estrutura (sem a categoria “Jovem Jornalista”, que deixa de fazer sentido quando todos os participantes são estudantes):

  • Grande Prémio Verdade Animal | Jovem Estudante: 500€

 

TEMAS
ABRANGIDOS

O teu trabalho deve promover a reflexão sobre a relação entre humanos e outros animais, cobrindo pelo menos um destes temas:

  • Exploração agropecuária e pesca: o sofrimento animal na pecuária (intensiva ou extensiva) e na pesca, muitas vezes invisível, e os seus impactos éticos, ambientais e sociais ao longo de toda a vida, transporte e abate.

  • Entretenimento e turismo com animais: o uso de animais em espetáculos (circos, touradas) e em turismo (safaris, selfies, passeios de elefante), que põe o lazer humano acima do bem-estar animal.

  • Impacto humano na vida selvagem: caça, tráfico ilegal, urbanização e alterações climáticas, e os conflitos que geram entre pessoas e vida selvagem.

  • Negligência e exploração de animais de companhia: venda online, reprodução indiscriminada (puppy mills) e práticas como o acorrentamento permanente.
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TEMAS QUE NÃO
ESTAMOS A
CONSIDERAR

De momento, e apesar da sua relevância, o prémio não aceita trabalhos centrados diretamente em:

  • Abandono, negligência e maus-tratos a animais de companhia.

  • Políticas de controlo populacional de animais silvestres em meio urbano.

  • Conservação, reabilitação e reintegração de animais selvagens.

  • Promoção do bem-estar animal, regulação e fiscalização das atividades de exploração animal.

  • Representações culturais e mediáticas que legitimam o uso de animais como entretenimento.

CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO

São admitidos trabalhos jornalísticos (reportagem, artigo, vídeo, podcast ou peça de rádio) que:

  • Tenham sido publicados ou tornados públicos em qualquer meio acessível: media universitários ou escolares, jornais e revistas, rádios de campus, blogues, YouTube, plataformas de podcast, redes sociais ou outros.
  • Tenham sido divulgados dentro do período definido para esta edição: entre 26 de setembro de 2025 a 28 de fevereiro de 2027.
  • Sejam da tua autoria (individual ou em grupo).

PRAZO DE SUBMISSÃO

26 de setembro de 2026
a 28 de fevereiro de 2027

AVALIAÇÃO PELO JÚRI

1 de fevereiro de 2027
a 31 de março de 2027

ENTREGA DOS PRÉMIOS

1 de abril de 2027

Critérios de avaliação

  • Relevância e originalidade do tema.
  • Qualidade jornalística.
  • Profundidade da investigação.
  • Impacto social do conteúdo.
  • Ética na abordagem.
  • Qualidade narrativa e clareza da exposição.
  • Quantidade de animais potencialmente afetados.

COMO INSCREVER?

Preenche o formulário de candidatura e anexa o teu trabalho em formato digital. Vais precisar de: nome(s) do(s) autor(es), contacto, título, data de publicação, link (ou upload do ficheiro), tipo de formato, uma breve descrição (até 500 palavras) e a declaração de autoria.

INSCRIÇÕES FECHADAS



Upload de ficheiro PDF do trabalho (opcional)

Todas as candidaturas serão analisadas por um júri composto por
especialistas nas áreas do bem-estar animal e da comunicação.
A avaliação terá em conta critérios como a relevância do tema, o impacto
social, o rigor jornalístico e a qualidade do conteúdo apresentado.

JÚRI

O júri mantém-se, composto por especialistas em bem-estar animal e comunicação:

Marisa Quaresma dos Reis

Marisa Quaresma dos Reis é Licenciada em Direito pela Universidade Nova de Lisboa, Mestre em Direito Internacional e Doutoranda em Direito Público pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

Foi nomeada Provedora Municipal dos Animais de Lisboa no mandato de 2017 a 2021. É docente de Direito no Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa, desde 2016.

É também Investigadora Colaboradora no Lisbon Public Law da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e foi Co-coordenadora da Pós-Graduação em Direito Animal do Centro de Investigação de Direito Privado da mesma Faculdade.

É coordenadora pedagógica e docente do curso intensivo de Direito Animal do instituto CRIAP. Membro da Comissão Científica da FEDRA e Nacional Expert por Portugal da research network europeia AJA (Access to Justice for Animais).

É autora de vários artigos científicos na área do Direito Animal, Ambiental, Constitucional e Justiça Intergeracional e participa regularmente em palestras, conferências e reportagens sobre Direito Animal e Justiça Intergeracional.

Cristina d'Eça Leal

Artista visual, ativista pelo ambiente e pelos direitos dos animais.

Encara a utopia não como algo inatingível mas como um princípio ativo de esperança, numa antecipação em pensamento e prática de uma visão alternativa da sociedade rejeitando o velho culto TINA (There is No Alternative).

Anabela Castro

Licenciada em Psicologia, na área da Consulta de Jovens e Adultos, pós graduação em formação de adultos.

Atualmente com funções de coordenação técnica na área da juventude da AMP.

Responsável pela coordenação pedagógica de projetos na área da educação para a empatia e conexão com a natureza. Exerci funções de assessoria do PAN na Assembleia da República, integrei funções enquanto conselheiro do Conselho Nacional de Educação e estive envolvida em vários movimentos de voluntariado na causa animal e social.

No ultimo mandato autárquico, fui deputada pelo PAN na Assembleia de Freguesia da Cidade da Maia. Missão: contribuir para uma realidade mais usta e eticamente responsável com todos os seres.

Daniela Santiago

Daniela Santiago é jornalista na RTP desde 1996.              
É Editora de Ambiente e Ação Climática da RTP.

De 2015 a 2021 foi correspondente da televisão
pública e da Antena 1 em Espanha.

Mestre em Comunicação, Cultura e Tecnologias de Informação pelo ISCTE, onde foi doutoranda em Sociologia, obteve o título de Especialista em Jornalismo no Instituto Politécnico de Lisboa. É docente da Licenciatura e do Mestrado em Jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social, desde 2008.

Como jornalista fez a cobertura de acontecimentos mundiais marcantes em diferentes pontos do globo. Academicamente dedica-se ao estudo dos efeitos da projeção mediática em situações de tragédia.

Entre várias distinções, foi galardoada com o Prémio de Mejor Corresponsal Extranjera en España (Premios Internacionales de Periodismo 2021) pelo Club Internacional de Prensa de España e pela Asociación de Corresponsales de Prensa Extranjera; com o 1º Prémio de Jornalismo Direitos Humanos e Integração 2008, atribuído pelo Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural e pela Comissão Nacional da UNESCO; com o 1º Prémio Centro PINUS Jornalismo Florestal, categoria “cobertura diária”, 2025.

É autora de cinco livros: “A Tempestade Perfeita – Como a Extrema-Direita regressou à Península Ibérica”; “O Reconforto da Televisão – uma visão diferente sobre a tragédia de Entre-os-Rios”; “Inferno no Paraíso – 15 dias no Sri Lanka depois do Tsunami” e duas obras infantis). É ainda coautora de dez livros, a maioria académicos.  

Ana Carreira

Locutora e jornalista, é uma apaixonada pela comunicação e pela escrita desde que se conhece. Com 20 anos de rádio como locutora e produtora, colaborou na imprensa escrita com a Notícias Magazine, Diário de Notícias e Observador, em áreas tão diferentes como saúde, sociedade, ciência, cultura e lifestyle. Segue à risca o que a famosa Jane Goodall lhe transmitiu numa entrevista.: “Cada pequeno gesto conta”, e foi esse o mote para criar o podcast M80 Zona Verde, no ar durante quatro anos, onde todas as semanas deu a conhecer ideias para uma vida mais sustentável e consciente. Fora dos microfones, é voluntária na área do bem-estar animal, onde visita escolas dos mais variados contextos e comunidades. Trabalha com várias organizações internacionais como o Roots and Shoots e Plant Based Treaty e foi a primeira jornalista portuguesa a integrar a African Conservation Experience, num projeto de voluntariado selvagem no Botswana, em 2010. A reportagem foi depois publicada no Courier International como uma das tendências do novo milénio. Elege a natureza, os animais, o yoga e a leitura como os indispensáveis da vida e só quer ter tempo para ver o seu filho crescer com noção da diferença que pode fazer no mundo.c

Luísa Guardão

Médica Veterinária formada pela Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Técnica de Lisboa.

Nos seus mais de 30 anos de experiência trabalhou maioritariamente na área do bem-estar-animal, nas suas vertentes clinica, de formação, de investigação e de gestão.

Rui Pedro Fonseca

Rui Pedro Fonseca, investigador integrado no CIES-Iscte. Tem realizado investigação em torno das relações humano-animais, em particular em relação às atitudes humanas em relação à carne e aos animais explorados para fins alimentares.

Tem também realizado investigação em torno de políticas educativas no âmbito da sustentabilidade alimentar.

As decisões do júri são soberanas.

Lista de entidades apoiantes

Esta iniciativa é desenhada pela ONG Frente Animal, com o apoio das ONGs parceiras:

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